Tenho pensado no quanto a gente complica a vida sem necessidade… Mil planos para férias a milhares de quilômetros de distancia, preocupação com a cotação do euro e a cobrança do IOF na fatura do cartão de crédito na volta. Esse ano decidi que faria diferente. Queria férias tranquilas, ao lado de pessoas amadas, em REAL e fazendo o que eu mais gosto: costurar! E não é que deu certo? Eu me diverti horrores, chorei de rir e voltei pra casa leve, leve….

Desde que me casei e as crianças nasceram já viajei bastante a trabalho, mas essa foi a primeira vez que deixei filhotes e maridão em casa pra bater perna por alguns dias só com amigas. Como faz bem, viu? Recomendo!

Eu e Ruby partimos de Brasília para Joinville para visitar as crafters de lá! Olha, foram 4 dias super animados. A farra começava no café da manhã no hotel e seguia até tarde. Bem, entenda por farra: cafés com bolo com conversas que duravam horas, almocinhos trocando confidências, risadas ao falar bobagens e compras em armarinhos e lojas de tecidos. A Bela, mais conhecida como Chá de Baunilha, foi nossa super guia e nos levou aos lugares mais bacanas da cidade! Merci, merci, merci, Bela!

Joinville é a maior cidade de Santa Catarina, apesar de não ser a capital do Estado. Teve colonização alemã, por isso é cheia de confeitarias. Nelas, tem os doces tradicionais germânicos e outros que acabaram entrando no cardápio. Gente do céu! Nunca comi tanto bolo gostoso e bem feito na vida. Fomos a muitas e a favorita (que mereceu uma passada antes de pegarmos o avião para voltar) foi a Doce Beijo. A decoração é em estilo art noveau, bem francesinha, com vitrais coloridos. As mesas e sofás são vermelhos e a louça é um capricho só.

Almoçamos super bem (saladinhas lights pra compensar as calorias das guloseimas) no Jardim Amélie.  O restaurante parece uma casa de boneca.

Na porta do Jardim Amélie com Ruby Fernandes, Bela Chá de Baunilha e Fabi Sehnem. A Fabi faz as bonecas de carretel de madeira mais lindas do mundo. Sou fã há anos! Olha aqui que perfeição.

A parte mais bacana foi estar com pessoas que falo sempre virtualmente. Tão bom ouvir a gargalhada, o tom de voz ao contar uma história, as expressões faciais. Taí algo que a internet e as redes sociais ainda não substituem!